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	<title>O Diário Verde</title>
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		<title>Um terço dos alimentos consumidos no Brasil é contaminado por agrotóxicos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) divulgou que um terço dos alimentos consumidos pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos. Utilizados para espantar pestes e fungos, esres pesticidas podem causar sérios danos à saúde dos consumidores. Para se ter uma ideia, a quantidade de agrotóxico utilizada em alguns alimentos é tão preocupante, que o consumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/AGROT1.jpg"><img src="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/AGROT1.jpg" alt="" title="AGROT" width="417" height="313" class="aligncenter size-full wp-image-3184" /></a><br />
A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) divulgou que um terço dos alimentos consumidos pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos. Utilizados para espantar pestes e fungos, esres pesticidas podem causar sérios danos à saúde dos consumidores.</p>
<p>Para se ter uma ideia, a quantidade de agrotóxico utilizada em alguns alimentos é tão preocupante, que o consumo do morango chega ser proibido para grávidas durante os três primeiros meses de gestação, por conter substâncias químicas em dose mais alta do que o feto conseguiria suportar, explica a nutricionista da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro Gisela Peres.</p>
<p>&#8220;Após esse período, a recomendação é que seja feita uma completa esterilização dos frutos, já sem as folhas. As verduras, frutas e legumes de vegetação rasteira são mais propensos à contaminação por microorganismos, mas não são os únicos. O tomate e o pimentão, por exemplo, apesar de não serem cultivados próximos ao solo, recebem grande quantidade de fertilizante, devido à alta incidência de fungos. Recomenda-se, sempre que for possível, retirar a pele do tomate em água fervente, mesmo depois de esterilizado&#8221;, conta a especialista.</p>
<p><span id="more-3183"></span></p>
<p>Como fazer a higienização necessária para se livrar dos malefícios de agrotóxicos? Gisela explica: &#8220;Basta misturar uma colher de sopa de água sanitária para cada dois litros de água filtrada e fazer a imersão total do alimento, deixando-o assim por uma hora. Depois, é só consumir normalmente, de preferência, aproveitando talos e folhas, que são altamente nutritivos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Basta misturar uma colher de sopa de água sanitária para cada dois litros de água filtrada e fazer a imersão total do alimento, deixando-o assim por uma hora. Depois, é só consumir normalmente, de preferência, aproveitando talos e folhas, que são altamente nutritivos&#8221;.</p>
<p>Dicas para limitar o consumo de agrotóxicos no dia a dia</p>
<p>- Ao escolher os alimentos, dê preferência pelos de menor porte. Quanto maior o tamanho, maior a quantidade de agrotóxicos utilizada</p>
<p>- As verduras com um buraquinho de lagarta, que geralmente descartamos, mostram que o vegetal contém menos substâncias químicas.</p>
<p>- Compre alimentos que estejam na safra. Os produzidos fora da época recebem tratamento artificial extra.</p>
<p>- Separe os alimentos por espécie, em sacolas plásticas limpas. O ideal é trocar as que vieram do supermercado por novas e deixá-las amarradas, dentro da geladeira, por até duas horas. Essa técnica faz com que a substância se agrupe na superfície do produto e saia mais fácil na hora de lavar.</p>
<p>- Lave o alimento em água corrente, de preferência com o auxílio de uma escova.</p>
<p>- Evite chás e doces feitos a partir da casca de frutas, que é a parte que mais recebe os agrotóxicos. Se o consumo se fizer necessário, certifique-se de que as cascas passaram por um processo seguro de higienização, com auxílio de escova e detergente neutro.</p>
<p>- Frutas cortadas em rodelas para complementar bebidas, como o limão, por exemplo, também devem ser limpas com escova e detergente neutro.</p>
<p>Tradicionais x Hidropônicos</p>
<p>Existe a crença de que alimentos cultivados em água trariam menos malefícios à saúde do que os cultivados em plantações. Esta, porém, é uma ideia equivocada, segundo Gisela, que diz: &#8220;mesmo distantes de agentes contaminadores comuns ao solo, como roedores e fungos, os alimentos desenvolvidos dentro d’água estão mais propensos à contaminação, já que ficam imersos no líquido modificado. Na agricultura tradicional, só uma parte do alimento entra em contato com o auxílio artificial&#8221;</p>
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		<title>WWF alerta para pressão insustentável sobre o planeta</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aumento da procura de recursos, consequência do crescimento da população está colocando enormes pressões sobre a biodiversidade do nosso planeta e ameaça a segurança, saúde e bem-estar do nosso futuro &#8211; é o que revela a edição de 2012 do Relatório Planeta Vivo da WWF divulgado nesta terça-feira (15) &#8211; a publicação bianual de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/A-seca-NO-MUNDO1.jpg"><img src="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/A-seca-NO-MUNDO1.jpg" alt="" title="A                                 seca NO MUNDO" width="417" height="312" class="aligncenter size-full wp-image-3180" /></a><br />
O aumento da procura de recursos, consequência do crescimento da população está colocando enormes pressões sobre a biodiversidade do nosso planeta e ameaça a segurança, saúde e bem-estar do nosso futuro &#8211; é o que revela a edição de 2012 do Relatório Planeta Vivo da WWF divulgado nesta terça-feira (15) &#8211; a publicação bianual de referência sobre a saúde da Terra.</p>
<p>Produzido em colaboração com a Sociedade Zoológica de Londres e a Global Footprint Network, o relatório deste ano é lançado a partir da Estação Espacial Internacional, pelo astronauta André Kuipers, que nos oferece uma perspectiva única do estado do planeta a partir da sua missão na Agência Espacial Europeia.</p>
<p>&#8220;Só temos uma Terra. Daqui de cima eu posso ver a pegada da humanidade, incluindo os incêndios florestais, poluição do ar e erosão; no fundo os desafios que se colocam ao nosso Planeta nesta edição do Relatório Planeta Vivo &#8220;, disse Kuipers no lançamento do relatório durante sua segunda missão no espaço. &#8220;Embora existam pressões insustentáveis sobre o planeta, temos a capacidade de salvar a nossa casa, não só para nosso benefício, mas, sobretudo, para as gerações vindouras&#8221;, disse ele.</p>
<p><span id="more-3179"></span></p>
<p>O Relatório Planeta Vivo usa o Índice Global Planeta Vivo para medir as mudanças na saúde dos ecossistemas do planeta, avaliando 9.000 populações de mais de 2.600 espécies. O índice global revela quase 30 por cento de queda desde 1970, sendo os trópicos os mais atingidos, registrando-se um declínio de 60 por cento em menos de 40 anos. Assim enquanto a biodiversidade revela uma tendência decrescente, a Pegada Ecológica sobre a Terra aumenta, um dos outros indicadores-chave utilizados no relatório, ilustrando bem como a nossa crescente procura pelos recursos naturais se tornou insustentável.</p>
<p>&#8220;Estamos vivendo como se tivéssemos um planeta extra à nossa disposição, usando 50 por cento mais recursos do que a Terra pode produzir de forma sustentável e se não mudarmos esse rumo, este número vai crescer rapidamente &#8211; em 2030 até dois planetas não serão suficientes&#8221;, disse Jim Leape, Director Geral da WWF Internacional.</p>
<p>O relatório reforça o impacto do crescimento da população humana e o sobre-consumo, como as principais causas da pressão ambiental.</p>
<p>&#8220;Este relatório é como um check-up planetário e os resultados indicam que temos um planeta muito doente&#8221;, disse Jonathan Baillie, Diretor do Programa de Conservação da Sociedade Zoológica de Londres.</p>
<p> &#8220;Ignorar este diagnóstico terá implicações importantes para a humanidade. Podemos restaurar a saúde do planeta, mas apenas através da resolução das causas mais profundas, como o crescimento populacional e o excessivo consumo.&#8221;</p>
<p>O relatório evidencia ainda o impacto da urbanização como uma dinâmica em crescimento – em 2050, duas em cada três pessoas viverão numa cidade; evidencia, por outro lado, a necessidade da humanidade desenvolver novas e melhores formas de gerir os recursos naturais.</p>
<p>&#8220;Podemos criar um futuro próspero que ofereça comida, água e energia para os 9 ou talvez 10 bilhões de pessoas que estarão a partilhar o planeta em 2050&#8243;, acrescentou Leape. &#8220;As soluções centram-se em áreas como a redução de resíduos, gestão inteligente da água e utilização de fontes de energia renováveis que sejam limpas e abundantes – como a eólica e a solar.&#8221;</p>
<p>A diferença entre países ricos e pobres também é sublinhada no relatório. Países com altos rendimentos têm uma Pegada Ecológica, em média, cinco vezes maior do que os países de baixos rendimentos.</p>
<p>Os dez países com maior pegada ecológica são: Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Dinamarca, Estados Unidos da América, Bélgica, Austrália, Canadá, Holanda e Irlanda. O Brasil aparece na 56ª posição.</p>
<p>Ainda de acordo com o Índice Global Planeta Vivo, o declínio da biodiversidade desde 1970 tem sido mais rápido nos países de baixa renda, o que demonstra como as nações mais pobres e vulneráveis estão subsidiando os estilos de vida dos países mais ricos. A diminuição da biocapacidade (capacidade de uma região para regenerar os seus recursos) vai levar à necessidade de importar recursos essenciais aos ecossistemas, uma tendência que os tornará mais vulneráveis a longo prazo.</p>
<p>&#8220;O crescimento da dependência de recursos externos está a colocar certos países em risco. A crise ecológica está a agravar os problemas de crescimento económico&#8221;, disse Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network.</p>
<p>&#8220;Usar cada vez mais a natureza, apesar de termos cada vez menos, é uma estratégia perigosa, mas a maioria dos países continua a seguir este caminho. Até os países começarem a controlar e gerir os seus próprios défices de biocapacidade, eles não só colocam o planeta em risco como, mais importante, a eles mesmos.&#8221;</p>
<p>O Relatório Planeta Vivo apresenta um conjunto de soluções necessárias para reverter o Índice Planeta Vivo em declínio e reduzir a Pegada Ecológica para níveis compatíveis com a capacidade do planeta. Estas são definidas como 16 ações prioritárias e incluem a alteração dos padrões de consumo, a valorização económica do capital natural, e a criação de estruturas legais e políticas que promovam a gestão do acesso equitativo à água, alimentos e energia.</p>
<p>O relatório é lançado cinco semanas antes de nações, empresas e sociedade civil se reunirem no Rio de Janeiro para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Vinte anos passados depois da ultima conferência da Terra, este encontro é uma oportunidade chave para os líderes mundiais reafirmarem o seu compromisso para a criação de um futuro sustentável.</p>
<p>&#8220;Os desafios sublinhados no Relatório Planeta Vivo são claros&#8221;, disse Leape. &#8220;A Rio+20 pode e deve ser o momento para os governos traçarem um novo rumo em direção à sustentabilidade. O encontro é uma oportunidade única para a definição de compromissos, para que governos, cidades e empresas unam forças, desempenhando um papel crucial para manter este planeta vivo&#8221;.</p>
<p><em>Do Instituto Carbono Brasil</em></p>
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		<title>Comissão Europeia vai financiar 50 projetos inovadores em meio ambiente com US$ 45,2 milhões</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Visando ao aumento da competitividade econômica do continente, a Comissão Europeia (CE) anunciou nesta terça-feira (8) que vai destinar US$ 45,2 milhões para financiar a execução de 50 projetos considerados inovadores na área de preservação e desenvolvimento sustentável, e que colaborem para a redução dos impactos negativos sobre o meio ambiente. A entidade vai escolher [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Visando ao aumento da competitividade econômica do continente, a Comissão Europeia (CE) anunciou nesta terça-feira (8) que vai destinar US$ 45,2 milhões para financiar a execução de 50 projetos considerados inovadores na área de preservação e desenvolvimento sustentável, e que colaborem para a redução dos impactos negativos sobre o meio ambiente.</p>
<p>A  entidade vai escolher propostas relativas ao uso dos recursos naturais em áreas como a construção, reciclagem de materiais ou a produção de alimentos.</p>
<p>Para a comissão, a chamada economia verde tem potencial para melhorar a competitividade da União Europeia (UE) e gerar empregos. A ideia é estimular projetos pelo financiamento de até 50% do custo de cada proposta selecionada.</p>
<p>&#8220;As empresas podem ajudar a economia a crescer de forma sustentável por meio do apoio adequado”, disse o comissário do Meio Ambiente da União Europeia, Janez Potocnik, em comunicado.</p>
<p>Os interessados em apresentar suas propostas terão até 6 de setembro para encaminhar seus projetos. As propostas devem estar relacionadas à  fabricação de produtos e execução de serviços técnicos, sendo que todos devem ser caracterizados por apresentar ideias inovadoras.</p>
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		<title>Mercado brasileiro de energia eólica atrai empresas alemãs e dinamarquesas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 21:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/A-A-turbina-eolica3.jpg"><img src="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/A-A-turbina-eolica3.jpg" alt="" title="A A turbina-eolica" width="417" height="268" class="aligncenter size-full wp-image-3172" /></a><br />
Representantes de pelo menos dez empresas da Alemanha e da Dinamarca da área de energia eólica deverão vir ao Brasil entre julho e agosto para conhecer em detalhes o mercado brasileiro e as políticas públicas voltadas para o desenvolvimento desse segmento no Brasil. O interesse das empresas é analisar possibilidades de investimentos no país.</p>
<p>As visitas dos empresários são desdobramento das reuniões que representantes da Unidade de Investimentos da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), juntamente com representantes do governo do estado de Pernambuco e consultores do Banco Mundial, fizeram com diretores de empresas daqueles países. Durante duas semanas, dois técnicos da Apex-Brasil se reuniram com 30 empresas dinamarquesas e alemãs, sendo 25 de energia eólica e cinco de energia solar apresentando as oportunidades para investimentos nesses segmentos no Brasil.</p>
<p>“As empresas estão se reposicionando por causa da crise econômica na Europa, e as reuniões que tivemos com os diretores ajudaram a reforçar a ideia de que o Brasil é um destino prioritário e seguro para investimentos produtivos no setor”, afirma Juliana Vasconcelos, da Unidade de Investimentos da Apex-Brasil.</p>
<p><span id="more-3171"></span></p>
<p>O segmento de energia renovável, gerada a partir de fontes eólica e solar, integra o complexo “soluções ambientais” com foco no qual a Apex-Brasil realiza ações para a atração de investimentos estrangeiros diretos (IED). O objetivo é consolidar no país parques tecnológicos para o aproveitamento dessas fontes de energia limpa.</p>
<p>A Alemanha e a Dinamarca são países líderes no desenvolvimento de tecnologias para geração de energia eólica e solar. Além da visita às empresas e da realização de seminário em Copenhague, Dinamarca, para divulgação de oportunidades de investimentos no Brasil (especialmente na área de energia eólica), os representantes da Apex-Brasil coordenaram a participação de técnicos de governos de Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul em ações para atração de investimentos estrangeiros diretos para seus estados.</p>
<p>A ação é parte do programa que a Apex-Brasil desenvolve, há cerca de três anos, com o IFC &#8211; Banco Mundial com o objetivo de estruturação e capacitação de agentes dos governos estaduais em ações de atração de investimentos estrangeiros. O programa, em fase piloto, está sendo aplicado aos estados de Pernambuco e Pará. O estado do Pará também realizará campanha de atração proativa de investimentos, possivelmente entre julho e agosto, para o setor de fruticultura. Adicionalmente, a Gerência de Investimentos da Apex-Brasil já está trabalhando ativamente com os estados de Bahia, Minas Gerais e São Paulo para replicar a metodologia e realizar campanhas efetivas de atração de investimentos para setores prioritários em cada uma das três unidades da Federação.</p>
<p>Transferência de tecnologia</p>
<p>O desenvolvimento e a consolidação da cadeia industrial para produção de energia solar no Brasil poderá ter importante contribuição da Universidade de Magdeburg (Alemanha). Ao receber visita técnica dos representantes da Apex-Brasil, a instituição manifestou a possibilidade de parceira para transferência de tecnologia de toda a cadeia da indústria para obtenção de energia solar. A Universidade de Magdeburg fica no chamado Vale Solar, região que hospeda diversas incubadoras de empresas da área de energia solar responsáveis pelo desenvolvimento e pela consolidação da maioria das empresas que atuam no setor.</p>
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		<title>Abertas as inscrições para o Prêmio Brasil Ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 12:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A oitava edição do Prêmio Brasil Ambiental já está com inscrições abertas. Elas se estenderão até o dia 6 de julho próximo. O objetivo é reconhecer as melhores práticas ambientais desenvolvidas por empresas que atuam no país. A premiação é promovida pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham Rio). Fundada em 1916, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A oitava edição do Prêmio Brasil Ambiental já está com inscrições abertas. Elas se estenderão até o dia 6 de julho próximo. O objetivo é reconhecer as melhores práticas ambientais desenvolvidas por empresas que atuam no país. A premiação é promovida  pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham Rio). Fundada em 1916, a instituição foi a  primeira câmara americana da América Latina.</p>
<p>A iniciativa  vai premiar projetos já concluídos ou em fase final de implantação  em seis categorias: responsabilidade socioambiental, preservação e manejo de ecossistemas, inovação ambiental, uso racional de recursos hídricos, inventário de emissões e resíduos sólidos.</p>
<p>A cada ano, a Amcham Rio elege um tema de reflexão e debate para o empresariado, informou a assessoria de imprensa da instituição. A questão dos resíduos sólidos foi o tema escolhido nesta oitava edição (2012) da premiação.</p>
<p><span id="more-3169"></span></p>
<p>As empresas filiadas à Amcham Rio argumentam que há muito ainda a ser feito nessa área, embora dados do Programa das Nações Unidas para o Meio  Ambiente (Pnuma)  mostrem que o Brasil já movimenta cerca de US$ 2 milhões ao ano em termos de reciclagem, o que impede a  emissão de 10 milhões de toneladas de gases na atmosfera.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas pela internet, no endereço www.premiobrasilambiental.com. Os projetos vencedores serão anunciados no início de agosto, no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Hibribus de Curitiba será lançado durante a Rio+20</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 15:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O prefeito Luciano Ducci anunciou nesta sexta-feira (27) que o ônibus movido a biodiesel e eletricidade de Curitiba (hibribus), o primeiro da América Latina, será lançado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que acontecerá de 13 a 22 junho. &#8220;Temos um histórico de referência internacional em transporte. Saímos na frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/HIBRIBUS1.jpg"><img src="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/HIBRIBUS1.jpg" alt="" title="HIBRIBUS" width="417" height="317" class="aligncenter size-full wp-image-3167" /></a><br />
O prefeito Luciano Ducci anunciou nesta sexta-feira (27) que o ônibus movido a biodiesel e eletricidade de Curitiba (hibribus), o primeiro da América Latina, será lançado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que acontecerá de 13 a 22 junho.</p>
<p>&#8220;Temos um histórico de referência internacional em transporte. Saímos na frente novamente com o hibribus, mantendo o compromisso de Curitiba com a inovação e o cuidado com o meio ambiente&#8221;, disse Luciano Ducci. O anúncio foi feito durante a inauguração da nova sede da Unidade de Saúde São Braz, na Regional Santa Felicidade. </p>
<p>O hibribus será fabricado pela Volvo em Curitiba.  A unidade da Volvo na capital será a primeira a fabricar híbridos fora da Suécia e a primeira a ter os veículos operando em uma linha convencional. A Prefeitura encomendou a Volvo 60 ônibus híbridos. Os primeiros começarão a  circular ainda em 2012.</p>
<p><span id="more-3163"></span></p>
<p>A primeira linha de Curitiba a ter o hibribus será a do Interbairros 1, que circula em bairros no entorno do Centro. Na segunda etapa, os ônibus híbridos atenderão as linhas Detran-Vicente Machado, Água Verde-Abranches, Ahú-Los Angeles, Juvevê-Água Verde e Jardim Mercês-Guanabara. </p>
<p>O hibribus tem dois motores, um a biodiesel e outro elétrico, que funcionam em paralelo ou de forma independente. O motor elétrico é utilizado para arrancar e acelerar o ônibus até uma velocidade de aproximadamente 20 quilômetros por hora, e também como gerador de energia durante as frenagens.</p>
<p>O motor a biodiesel entra em funcionamento em velocidades mais altas. A cada vez que se acionam os freios, a energia de desaceleração é utilizada para carregar as baterias. Quando o veículo está parado, seja no trânsito, em pontos de ônibus ou em semáforos, o motor biodiesel fica desligado. </p>
<p>Estudos da Volvo demonstram que o tempo que o veículo fica parado pode representar até 50% do período total de operação do ônibus. Durante todo esse tempo, não há emissões de poluentes, pois o motor biodiesel se apaga completamente.</p>
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		<title>Mudança radical na salinidade dos oceanos causa alteração na precipitação</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas detectaram uma mudança clara na salinidade dos oceanos, e descobriram que o ciclo que leva à precipitação e à evaporação se intensificou mais do que o esperado por causa do aquecimento global. A descoberta, publicada na sexta-feira (27), ajuda a refinar as estimativas de quão diferentemente as partes do globo serão impactadas pelo aumento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/Oceano.jpg"><img src="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/Oceano.jpg" alt="" title="Oceano" width="417" height="330" class="aligncenter size-full wp-image-3159" /></a><br />
Cientistas detectaram uma mudança clara na salinidade dos oceanos, e descobriram que o ciclo que leva à precipitação e à evaporação se intensificou mais do que o esperado por causa do aquecimento global.</p>
<p>A descoberta, publicada na sexta-feira (27), ajuda a refinar as estimativas de quão diferentemente as partes do globo serão impactadas pelo aumento das chuvas ou das secas mais intensas à medida que o planeta esquenta, afetando colheitas, abastecimentos de água e defesas contra enchentes.</p>
<p>Cientistas liderados por Paul Durack, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, relataram mudanças claras nos padrões de salinidade dos oceanos entre 1950 e 2000.</p>
<p>Os oceanos cobrem 71% da superfície do planeta e armazenam 97% da água mundial e são, portanto, a principal fonte de umidade na atmosfera através da evaporação.</p>
<p>O ciclo global de precipitação e evaporação da água da terra e da superfície do oceano compreende o ciclo global da água, com algumas áreas como os trópicos sendo naturalmente mais úmidas, e outras, como grandes partes da Austrália, dos Estados Unidos e do norte da África, mais secas.</p>
<p>Algumas regiões oceânicas são mais salgadas, significando menos chuvas, e outras mais doces, significando alta precipitação, tornando as medições de salinidade uma boa forma de medir as mudanças nos padrões de chuvas.</p>
<p>Durack e equipe, em um estudo publicado no jornal Science, descobriram que o ciclo da água se intensificou 4% de 1950-2000, duas vezes mais do que o projetado por modelos climáticos.</p>
<p><span id="more-3158"></span></p>
<p>“Essas mudanças sugerem que as regiões áridas se tornaram mais secas e regiões com alta precipitação se tornaram mais úmidas em resposta ao aquecimento global observado”, disse Durack em uma declaração.</p>
<p>Cientistas entenderam há muito tempo a ligação entre a evaporação e as chuvas e os níveis de salinidade da superfície dos oceanos, mas têm lutado para quantificar apropriadamente essa relação.</p>
<p>FAZENDO A LIGAÇÃO</p>
<p>Durack e seu grupo combinaram dados de salinidade de 1950-2000 e a relação entre a salinidade, a precipitação e a evaporação em modelos climáticos para descobrir que, para cada grau Celsius de aquecimento na superfície da Terra, o ciclo de água se intensifica em 8%.</p>
<p>Os dados de temperatura mostram que o planeta esquentou 0,5 graus Celsius entre 1950-2000. Mas os modelos climáticos sugerem que o mundo está a caminho de esquentar três graus Celsius até o final do século a menos que o atual aumento nas emissões de gases do efeito estufa seja rapidamente reduzido.</p>
<p>Um aquecimento dessa magnitude significaria que o ciclo da água se intensificaria em até 24%, com as regiões úmidas ficando mais úmidas e as regiões secas, mais secas.</p>
<p>“Isso tem grandes implicações nas regiões secas, como a Austrália, que já são secas”, afirmou Durack em um e-mail à Reuters.</p>
<p>Ele declarou que acredita que o trabalho de sua equipe foi o primeiro a quantificar formalmente a ligação entre o ciclo da água e as mudanças de salinidade.</p>
<p>“Uma vez que desenvolvemos a relação entre a salinidade e as mudanças de evaporação-precipitação nos modelos, pudemos então usar essa relação para expandir nossa estimativa de mudança na salinidade observada para fornecer uma estimativa de mudança inferida na evaporação-precipitação.”</p>
<p>Ele disse que os dados de salinidade oceânica devem agora receber mais atenção como uma verificação sobre o clima mundial, impulsionada pelas medidas de 3,5 mil dispositivos robóticos chamados Argos, implantados nos oceanos e satélites.</p>
<p>Na última década, o sistema de flutuação Argo revolucionou a forma como os cientistas entendem como os oceanos operam, fornecendo uma grande quantidade de dados sobre temperatura, salinidade e outros indicadores.</p>
<p>“É uma época de ouro para a oceanografia porque temos essas novas fontes abundantes de dados do sistema Argo, que estamos sendo capazes de usar para entender melhor os oceanos e como eles estão mudando”, afirmou Durack.</p>
<p><em>Fonte: Reuters</em></p>
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		<title>Ruralistas promovem novas mudanças no Código Florestal e matéria vai à sanção presidencial</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 02:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com grande maioria no plenário, os deputados da bancada ruralista conseguiram fazer várias modificações ao texto-base do novo Código Florestal aprovado nesta quarta-feira (25) na Câmara dos Deputados. Na votação dos destaques, os parlamentares ligados ao agronegócio derrubaram, por exemplo, a obrigação de divulgar na internet os dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com grande maioria no plenário, os deputados da bancada ruralista conseguiram fazer várias modificações ao texto-base do novo Código Florestal aprovado nesta quarta-feira (25) na Câmara dos Deputados. Na votação dos destaques, os parlamentares ligados ao agronegócio derrubaram, por exemplo, a obrigação de divulgar na internet os dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O texto segue agora para sanção presidencial.</p>
<p>Também foi retirada do texto aprovado pelo Senado, a possibilidade de o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) bloquear a emissão de documento de controle de origem da madeira de estados não integrados a um sistema nacional de dados sobre a extração.</p>
<p>Os ruralistas também conseguiram derrubar um destaque que propunha que fosse retirada do texto a possibilidade de o Poder Público diminuir a reserva legal até 50% em áreas de floresta na Amazônia Legal de imóvel situado em estado com mais de 65% do território ocupado por unidades de conservação pública ou terras indígenas, ouvido o Conselho Estadual de Meio Ambiente.</p>
<p><span id="more-3155"></span></p>
<p>Um dos principais beneficiados com derrubada do destaque é Rondônia, estado do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Moreira Mendes (PSD).</p>
<p>Uma emenda apresentada pelo DEM, aprovada pelo plenário, derrubou a obrigatoriedade de recompor 30 metros de mata em torno de olhos nascentes de água nas áreas de preservação permanente ocupadas por atividades rurais consolidadas até 22 de julho de 2008. O plenário rejeitou o destaque do PSC ao substitutivo do Senado e confirmou a retirada do texto da regra de recomposição de vegetação nativa em imóveis de agricultura familiar e naqueles com até quatro módulos em torno de rios com mais de 10 metros de largura.</p>
<p>Também foi rejeitado o destaque apresentado pela bancada petista que previa a inclusão da definição dada para pousio (período sem uso do solo). O PT pretendia manter a definição aprovada pelos senadores que previa a interrupção temporária de atividades de uso agrícola ou pecuário do solo por, no máximo, cinco anos até 25% da área produtiva da propriedade com o objetivo de permitir a recuperação da terra.</p>
<p>Os deputados aprovaram o destaque do PRB e retiraram do texto a necessidade de os planos diretores dos municípios, ou suas leis de uso do solo, observarem os limites gerais de áreas de preservação permanente (APPs) em torno de rios, lagos e outras formações sujeitas a proteção em áreas urbanas e regiões metropolitanas.</p>
<p>A Câmara aprovou ainda o destaque do PT que retira do texto do Senado a regularização de empreendimentos de carcinicultura e de salinas com ocupação irregular ocorrida até 22 de julho de 2008. Também foi aprovado o destaque que não considera apicuns e salgados como áreas de preservação permanente (APPs).</p>
<p>Apicuns e salgados são áreas situadas ao longo do litoral, que podem ser utilizadas para o cultivo de camarão. Ambientalistas argumentam que essas áreas são parte integrante do ecossistema Manguezal e deveriam continuar caracterizadas como áreas de preservação permanente. </p>
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		<title>Resíduos da cana no Brasil poderiam gerar mais energia do que a Usina de Itaipu</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 18:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os resíduos secos do cultivo de cana-de-açúcar no Brasil poderiam gerar mais energia do que a potência instalada da Usina de Itaipu. De acordo com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos: Diagnóstico dos Resíduos Urbanos, Agrosilvopastoris e a Questão dos Catadores, divulgado hoje (25) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o uso desses resíduos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os resíduos secos do cultivo de cana-de-açúcar no Brasil poderiam gerar mais energia do que a potência instalada da Usina de Itaipu. De acordo com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos: Diagnóstico dos Resíduos Urbanos, Agrosilvopastoris e a Questão dos Catadores, divulgado hoje (25) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o uso desses resíduos poderiam gerar 16.464 megawatts por ano.</p>
<p>O levantamento mostra que, entre 13 culturas agrícolas pesquisadas, a cana-de-açúcar foi a que gerou maior volume de resíduos, 201 milhões de toneladas por ano, incluindo subprodutos como o bagaço que tem alto potencial energético e vinhaça com melhor aproveitamento como adubo na própria plantação.</p>
<p>O setor já é considerado autossuficiente em termos energéticos, atendendo a mais de 98% da sua própria demanda de energia. Segundo o Ipea, ainda existe grande potencial para geração de excedentes energéticos que ainda é muito pouco utilizado.</p>
<p><span id="more-3152"></span></p>
<p>“Para viabilizar uma maior disponibilização dessa energia para a rede elétrica, entretanto, será necessário vencer várias barreiras de ordem técnica, econômica e regulatória, sendo necessários mais incentivos econômicos para motivar os investimentos do setor privado nessa área”, destacou o documento.</p>
<p>Além do potencial energético, a queima do bagaço também soluciona o problema de destinação desse resíduo, que é muito volumoso e de difícil transporte.</p>
<p>No total das 13 culturas pesquisadas pelo instituto, o volume de resíduos produzidos chegou a 291 milhões de toneladas por ano. O Ipea analisou o potencial energético apenas dos cultivos secos, como o de cana-de-açúcar, milho e soja, desconsiderando as culturas de banana, laranja e uva.</p>
<p>“O aproveitamento desses resíduos, além de evitar potenciais impactos negativos causados pelo descarte inadequado no ambiente, pode gerar muitos benefícios econômicos para o país”, destacou o estudo.</p>
<p>Os resíduos da agricultura, pecuária e florestas também poderiam atender às necessidades de energia elétrica do setor e ainda ser comercializada no mercado. De acordo com o levantamento, na pecuária, as criações de bovinos, suínos e aves geram cerca de 1,7 bilhão de toneladas de dejetos por ano. Desse total, 365 milhões de toneladas de dejetos são produzidas a partir de criações confinadas, que poderiam virar energia reduzindo os impactos sobre o meio ambiente. A criação de bovinos responde por quase 90% deste volume.</p>
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		<title>Cresce desmatamento na Amazônia Legal</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 12:17:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em março de 2012, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 53 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou um aumento de 15% em relação a março de 2011 quando o desmatamento somou 46 quilômetros quadrados. Foi possível monitorar apenas 26% da área florestal na Amazônia Legal em março de 2012. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/DESMMM-AM1.jpg"><img src="http://www.odiarioverde.com.br/wp-content/uploads/DESMMM-AM1.jpg" alt="" title="DESMMM-AM" width="417" height="310" class="aligncenter size-full wp-image-3150" /></a><br />
Em março de 2012, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 53 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou um aumento de 15% em relação a março de 2011 quando o desmatamento somou 46 quilômetros quadrados. Foi possível monitorar apenas  26% da área florestal na Amazônia Legal em março de 2012.</p>
<p>O desmatamento acumulado no período de agosto de 2011 a março de 2012 totalizou 760 quilômetros quadrados. Houve  redução de 22% em relação ao período anterior (agosto de 2010  a março de 2011) quando o desmatamento somou 969 quilômetros quadrados.</p>
<p>Em março de 2012, a maioria (60%) do desmatamento ocorreu em Mato Grosso. Em seguida aparece o Pará com 25% e Rondônia com 9%. O restante (6%) ocorreu no Amazonas, Roraima e Acre.  Porém, foi possível monitorar apenas 26% da área florestal da Amazônia e, portanto, os dados de desmatamento nesse mês podem estar subestimados.</p>
<p><span id="more-3146"></span></p>
<p>As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 40 quilômetros quadrados em março de 2012. Em relação a março de 2011, quando a degradação florestal somou 298 quilômetros quadrados, houve redução de 87%.  A maioria (67%) ocorreu em Mato Grosso seguido pelo Amazonas (15%), Rondônia (10%) e Pará (7%).</p>
<p>A degradação florestal acumulada no período (agosto 2011 a março 20120) atingiu 1.568 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2010 a março de 2011), quando a degradação somou 4.111 quilômetros quadrados, houve redução de 62% .</p>
<p>Em março de 2012, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 3,6 milhões de toneladas de CO2 equivalente.  No acumulado do período (agosto 2011 – março de 2012) as emissões de CO2 equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram  51 milhões de toneladas, o que representa  uma redução de 13% em relação ao período anterior (agosto de 2010 a março de 2011).<br />
<em><br />
(Imazon) </em></p>
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