Posts de — janeiro 2011
Tragédia ambiental. A morte de milhares de peixes no Pantanal
A PolÃcia Militar Ambiental (PMA) e o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) investigam a morte de milhares de peixes no rio Negro, na altura do municÃpio de Aquidauana, na região do Pantanal. Segundo o governo do Estado, a mortandade teve inÃcio há cerca de uma semana, a 1 km da Fazenda Rio Negro.
Ainda não há uma estimativa do total de peixes mortos, mas moradores da região identificaram cardumes de pintados, cacharas, dourados, piranhas, tuviras, sardinhas, arraias e pacus. O Imasul suspeita que uma grande queimada ocorrida na região possa ter diminuÃdo a oxigenação da água, provocando a morte dos animais.
O instituto tem informações de que a queimada foi realizada há vinte dias, o que pode ter ocasionado o fenômeno da “dequada”, em que as chuvas levam para dentro do rio as cinzas resultantes da queima. A grande deposição deste material orgânico acaba diminuindo a quantidade de oxigênio da água.
Equipes da PMA e do Imasul sobrevoaram nesta manhã a região afetada e colheram material para análise. O rio Negro é um dos principais afluentes do rio Paraguai e é considerado berçário de reprodução de peixes. O rio é protegido como reserva de recursos pesqueiros. A única modalidade de pesca praticada na região é o pesque-solte, determinada através de um decreto estadual. (O Pantaneiro)
janeiro 31, 2011 Sem comentários
Diretora do Ibama defende a polêmica licença para Belo Monte
A diretora de Licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Gisela Forattini, disse hoje (31) que a licença de instalação parcial para a Usina de Belo Monte foi concedida com base em cinco pareceres técnicos.
“Vimos essa licença como algo de uma forma absolutamente tranquila, embasada em cinco pareceres técnicos. Fizemos uma série de reuniões, mais de 20. Fizemos também uma vistoria enorme da área, alem de termos nos reunido com mais de 100 representantes de diversas instituições “, afirmou, durante o EnerGem LatAm 2011, conferência regional sobre geração de energia.
A licença, concedida na quarta-feira (26) pelo Ibama, autoriza a construção de canteiros de obra próximos ao Rio Xingu, acampamento e aberturas de estradas de acesso ao local, embora o Ministério Público Federal no Pará questione a medida. Segundo o órgão, a obra foi permitida antes do cumprimento das condicionantes socioambientais.
janeiro 31, 2011 Sem comentários
A fantástica migração da borboleta monarca
A migração da borboleta monarca “é um dos eventos mais significativos biológica neste planetaâ€, segundo a Universidade do Kansas, professor de biologia Chip Taylor. É uma visão inspiradora para ver milhares, senão milhões, de borboletas Monarch vir a capoeira nas florestas Oyamel do México e as árvores do sul da Califórnia. A rota de migração de borboletas monarca tem milhares de quilômetros do norte, alguns vindos de lugares tão distantes como o Canadá.
A cada inverno, como a queda de temperaturas no norte, as borboletas monarca migram para o sul para a climas mais quentes da borboleta monarca Reserva da Biosfera. Nada mal para um inseto que pesa menos de um grama. Geralmente, os pássaros voam para o sul no inverno, mas o monarca não gerencia até 12 km / h sobre uma viagem, enquanto 3.100 milhas (cerca de 5.000 km).
O que é particularmente surpreendente sobre a migração Monarch, é que nem uma única borboleta conseguir uma migração completa devido ao seu curto perÃodo de vida. Geralmente, leva três ou quatro gerações de borboletas Monarch para completar um ciclo de migração total (para o santuário Monarch Sul e volta). É simplesmente um padrão que está enraizado no código genético da borboleta que instintivamente sabem para onde ir.
janeiro 31, 2011 Sem comentários
Anúncio de alimento não saudável predomina na televisão
Propaganda induz crianças a acreditarem que tais alimentos não sejam prejudiciais.
Na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, uma pesquisa mostra que peças publicitárias de alimentos na televisão induziram diversas crianças a acreditar que esses produtos eram bons e saudáveis. O estudo também acompanhou os anúncios exibidos e aponta que nenhum deles mostra alimentos saudáveis. O nutricionista Alexander Marcellus, que realizou o trabalho, defende que o Congresso Nacional regulamente a publicidade de alimentos para crianças, que não possui lei ampla sobre esse assunto no Brasil.
Participaram do trabalho 15 crianças de 10 a 12 anos e 15 mães, entrevistados para avaliar a maneira como percebem a publicidade de produtos alimentÃcios na televisão. Também foi analisada a programação dos dois canais de maior audiência para o público infantil, de segunda à sexta-feira. “Entre as crianças pesquisadas, 26% viam mais de 3 horas de televisão durante a semana, e 40% assistiam 6 horas ou mais no final de semanaâ€, conta Alexander.
O tipo de alimento mais veiculado foi o fast-food, também apontado como o preferido pelas crianças, ao lado dos refrigerantes e dos produtos lácteos. “Elas possuem uma memória voltada para aquilo que aparece na televisãoâ€, diz o nutricionista. “Embora já diferenciem a propaganda do restante da programação, sentem vontade de consumir os produtos e pedem aos pais para comprar.â€
Nenhum dos alimentos anunciados no perÃodo acompanhado pela pesquisa é considerado saudável, aponta Alexander. “A publicidade transmite uma ideia errada sobre a qualidade nutricional, ludibriando crianças que alimentos ricos em açúcar ou gorduras são saudáveis, por exemploâ€, afirma. O pesquisador relata que em alguns casos, apesar da veiculação de informações verdadeiras, não há honestidade nos anúncios, o que fere a ética publicitária. “Mostra-se que um suco de frutas não tem conservantes, mas é omitida a presença de outros aditivos que podem ser prejudiciais à saúde.â€
Influência
As mães entrevistadas na pesquisa não souberam identificar os publicitários como responsáveis pelos anúncios de alimentos. “Entretanto, 40% não concordam que a publicidade tenha que ter apelo à criançaâ€, observa Alexander. “É importante resssaltar que os pais não apenas estão entre os responsáveis pelos hábitos alimentares dos filhos como também servem de influência, por isso, precisam de orientação.â€
Alexander alerta que o Brasil é um dos poucos paÃses do mundo que não possuem regulamentação séria sobre a publicidade de alimentos e bebidas para crianças até 12 anos. “A lei deve vir em respeito à fase de formação da criança, que está compreendendo o mundo em sua volta para se comportar como consumidorâ€, destaca. “No último dia 17 de dezembro, mais 50 entidades da sociedade civil lançaram a Frente pela Regulamentação da Publicidade de Alimentos, para reivindicar junto ao Poder Público a regulamentação do temaâ€.
(Agência USP de NotÃcias)
janeiro 31, 2011 Sem comentários
Sol Meliá bate recorde de arrecadações destinadas ao WWF- Brasil
Por meio da contribuição de seus hóspedes e empenho de seus colaboradores, a Sol Meliá – Divisão Brasil arrecadou, em 2010, a quantia de R$ 129.544,85, repassada para o WWF Brasil – valor recorde de doações desde o inÃcio da parceria.
Devido ao seu foco na hospedagem ambientalmente correta, a rede de Hotéis Sol Meliá tornou-se parceira do WWF Brasil desde 2003. No momento do check-out, é oferecida aos hóspedes a opção de contribuir com R$1 para o WWF-Brasil, valor adicionado diretamente na conta de consumo do cliente.
O WWF Brasil se dedica à preservação da natureza e tem como missão harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade, juntamente ao uso racional dos recursos naturais para o benefÃcio dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.
Perfil- O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefÃcio dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em BrasÃlia, desenvolve projetos em todo o paÃs e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 paÃses e apoio de cerca de cinco milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
O WWF-Brasil executa projetos em todo o paÃs por meio de parcerias com empresas, organizações não-governamentais, órgãos dos governos federal, estaduais e municipais, desenvolvendo atividades de pesquisa e diagnóstico; proteção de espécies e de ecossistemas ameaçados; desenvolvimento de modelos alternativos de conservação e uso dos recursos naturais; capacitação e desenvolvimento de entidades parceiras e disseminação de resultados por meio de educação ambiental.
janeiro 31, 2011 Sem comentários
Justiça manda Ibama prestar informações sobre Belo Monte
A Justiça Federal em Belém (PA) mandou nesta sexta-feira, o Ibama prestar informação sobre a autorização dada nesta semana pelo órgão para a construção do canteiro da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.
A mesma ordem foi dada ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que financiará parte da obra, e à Norte Energia, consórcio que deve construir Belo Monte.
O despacho foi motivado pela ação movida pelo Ministério Público Federal pedindo a suspensão imediata da licença dada pelo Ibama. Só depois de a ordem ser cumprida é que o pedido da Procuradoria será apreciado.
A assessoria da Justiça não especificou que informações devem ser entregues.
De acordo com os procuradores da República, a licença nunca poderia ser dada sem que as condicionantes estipuladas pelo próprio Ibama para a construção da obra fossem cumpridas, como ocorreu.
O Ibama argumenta que a licença é só para o canteiro, e não para a usina.
(Folha)
janeiro 29, 2011 Sem comentários
Belo Monte
janeiro 29, 2011 Sem comentários
Ameaça ambiental. Inseticidas agrÃcolas estão exterminando as abelhas

Desaparecimento das abelhas ameaça a produção agrÃcola do planeta
O misterioso desaparecimento de abelhas observado em vários paÃses, inclusive no Brasil, pode estar associado ao uso de novos pesticidas. Os venenos matam esses insetos, segundo estudo do Laboratório de Pesquisa sobre Abelhas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgado no jornal britânico “Independent“.
A extinção das abelhas traz grande prejuÃzo à apicultura e contribui para a fome no planeta, pois 80% da produção de alimentos depende da polinização por abelhas e outros insetos.
Mesmo em dose muito baixa, os inseticidas, especialmente os neonicotinoides (como o imidacloprida) que imitam as propriedades da nicotina, matam as abelhas. Porém o laboratório Bayer, principal fabricante, insiste que eles são seguros para as abelhas, se aplicados corretamente.
O que se tem certeza é que os neocotinoides contaminam completamente as plantas, incluindo o néctar e o pólen, usados pelos insetos polinizadores. Assim o veneno acaba atacando o sistema nervoso dos insetos e as colméias entram em colapso.
Osmar Malaspina, professor do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Unesp, alerta que a pulverização aérea – principalmente em plantações de laranja – é uma ameaça à s abelhas.
Criador de um projeto de proteção aos polinizadores e autor de três livros sobre o tema, ele diz que a prática espalha inseticidas numa área muito grande, atingindo abelhas de apiário e as 1.500 espécies da natureza. Malaspina pesquisou de 2008 a 2010 a perda de 10 mil colmeias de abelhas africanizadas, mortas por inseticidas na região de Rio Claro, em São Paulo, num raio de 200 quilômetros. Em 800 a mil colmeias havia sinais de neonicotinoides.
Média anual de mortes nas colmeias atinge 30% Ele quer formar um grupo com representantes dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, do Ibama e de fabricantes para estabelecer polÃticas de aplicação e controle dos pesticidas:
janeiro 29, 2011 Sem comentários
Juiz proÃbe uso de agrotóxico perto de barragem
A Justiça de Pernambuco proibiu o cultivo de tomates com uso de agrotóxico à s margens do da Barragem do Riacho do Chinelo, que abastece os arredores da cidade de CarnaÃba, municÃpio situado no Sertão do Pajeú, a 380 km do Recife. A primeira decisão foi tomada pelo juiz da comarca, José Carvalho de Aragão Neto, no dia 11 de janeiro, em ação proposta pela Prefeitura Municipal de CarnaÃba. Os réus recorreram, mas o Agravo de Instrumento não teve êxito em segunda instância.
“A saúde pública e a proteção ambiental preponderam sobre o interesse particular e, com base no princÃpio da prevenção, determinei a proibição do uso de agrotóxico no plantio à s margens da represa, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil”, justificou o juiz Aragão Neto.
O municÃpio de CarnaÃba deu entrada na ação em 10 de janeiro e, no dia seguinte, o juiz do 1º grau já tinha a decisão. A ré recorreu ao Tribunal de Justiça, mas o relator José Severino Barbosa (juiz convocado) manteve a proibição do uso de agrotóxico e, inclusive, a fixação da multa diária, em decisão do último dia 20.
Na última sexta-feira (21/1), os réus compareceram ao fórum de CarnaÃba e informaram que não desejam continuar o plantio de tomates sem o uso de agrotóxicos, e que todo o equipamento de irrigação e pulverização já foi retirado do local. “O plantio de tomate não orgânico requer o uso em massa de agrotóxico, o que, fatalmente, poluiria a Barragem do Chinelo e contaminaria a água consumida pela população do municÃpioâ€, ressaltou Aragão Neto
janeiro 29, 2011 1 Comentário
Parques fluviais em áreas atingidas pelas chuvas na região serrana do Rio
O secretário estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, anunciou hoje (28) a criação de cinco parques fluviais nas áreas atingidas pelas chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. Estima-se que sejam necessários R$ 190 milhões para a implantação do projeto.
Ao todo serão implantados 95 quilômetros de parques fluviais. Destes, 55 quilômetros serão localizados em áreas urbanas da região, com a criação de áreas esportivas e ciclovias. Os demais 40 quilômetros serão construÃdos nas áreas rurais, onde haverá um trabalho de reflorestamento e recomposição das matas ciliares. A ideia é preservar, pelo menos, 30 metros de largura em cada uma das margens.
De acordo com o secretário, o primeiro parque será construÃdo no Rio Santo Antônio, em Petrópolis, e finalizado até o inÃcio do próximo verão. O segundo será o do Córrego Dantas, em Nova Friburgo, muito atingido pelas enxurradas. Os restantes serão distribuÃdos em vales no interior de Teresópolis.
“Parques fluviais são projetos que protegem os rios, as matas ciliares, o meio ambiente e protegem as pessoas. Vamos construir pelo menos 95 quilômetros de parques fluviais em áreas urbanas e rurais. Com isso nós garantimos o meio ambiente, as matas ciliares e também impedimos que famÃlias e agricultores sofram e até morram com as próximas enchentesâ€, disse Minc.
janeiro 28, 2011 Sem comentários








